Área de atuação

Área de Atuação

   

     " Cada paciente possui em mente um objetivo em seu tratamento e um nível funcional ao qual deseja atingir. Seja o retorno às atividades esportivas, a melhora da qualidade de vida, o tratamento de traumas e suas sequelas ou o melhor aspecto estético atingido através de ausência de cicatrizes (cirurgia percutânea). Sendo capaz de avaliar, através de uma anamnese adequada e análise do exame físico e exames complementares de cada indivíduo, indicar e realizar o tratamento que melhor se enquadra em cada caso." 

 

Dr. Bruno Takasaki Lee     

Hálux Valgo (Joanete)

 

     O hálux valgo, ou joanete, é uma patologia ainda cercada de muitos dúvidas, tanto em relação ao seu diagnóstico quanto ao seu tratamento.

     A deformidade observada nesta patologia é causada por inúmeros fatores, não sendo possível a determinação de uma causa específica para o desenvolvimento da mesma. Sabe – se, no entanto, que existe uma predisposição genética grande e uma maior incidência em mulheres.

     As principais características do hálux valgo são: desvio em varo (abertura) do 1 metatarso em relação aos demais; aparecimento de uma proeminência óssea na cabeça do 1 metatarso (bunion); desvio em valgo e em supinação do hálux (“entortamento” do primeiro dedo).

     O tratamento do joanete consiste em adequação dos calçados ou, em casos mais graves, procedimentos cirúrgicos corretivos. 

     A correta indicação da cirurgia depende, entre outros fatores, do grau de dor, grau de deformidade e nível de atividade do paciente.Entre as opções cirúrgicas, destacam –se se as osteotomias (redirecionamentos ósseos) e as artrodeses (fusões ósseas), podendo estas ser realizadas por via tradicional (aberta) ou percutânea, através de pequenos furos de 2 milímetros, sem realização de maiores incisões na pele. 

     É interessante a realização de consulta com o ortopedista especialista em pé e tornozelo para a detecção da patologia e indicação precisa do tratamento mais indicado.

 

A cirutgia Percutâmea ou Mini - Invasiva

     As cirurgias do pé e tornozelo vêm apresentando, nos últimos anos, enormes avanços, tanto em surgimento de novas técnicas cirúrgicas quanto ao desenvolvimento de instrumentais e implantes cirúrgicos com qualidade cada vez melhor e uma maior especificidade para cada patologia.

     Uma das inovações que mais merecem destaque ultimamente é a possibilidade de realização de cirurgias percutâneas ou mini invasivas, ou seja: através de pequenos furos de cerca de 2 milímetros e utilizando – se brocas especiais, hoje consegue – se corrigir a grande maioria das patologias do pé e tornozelo. A grande vantagem desta técnica é a não abertura da pele, o que reduz drasticamente as complicações cirúrgicas, principalmente no tangente à infecções e problemas de cicatrização da pele.

     Joanetes, dedos em garra, metatarsalgia, desvios angulares do médio e retropé (pé plano e pé cavo), entre outros, hoje podem ser corrigidos através desta técnica. Em muitas vezes, pela manutenção da integridade das partes moles (músculos, pele, tendões e ligamentos), as correções desejadas podem ser alcançadas através da realização de curativos especiais, sem a utilização de implantes (placas, parafusos ou pinos).

     É interessante a realização de consulta com o ortopedista especialista em pé e tornozelo para a detecção da patologia e indicação precisa do tratamento mais indicado

Dedos em Garra e Metatarsalgia

     Os dedos em garra (deformidades dos dedos menores) e a metatarsalgia (dor e / ou calosidades na porção anterior da planta dos pés) são alterações geralmente causadoras de grande dor e desconforto, principalmente durante a utilização de calçados.

     Estes problemas são decorrentes geralmente de retrações de tendões e degeneração de estruturas da planta dos pés (geralmente placas plantares), os quais geram grande desconforto e aparecimento de calosidades, tanto na planta dos pés quanto na parte dorsal dos dedos. Outra causa muito comum de dor na região é o neuroma de Morton, que consiste em uma pequena tumoração, geralmente benigna, entre as cabeças dos metatarsos (ossos do “peito do pé”).

     O tratamento de tais problemas variam desde a adequação de calçados, utilização de órteses até a realização de cirurgias corretivas.

Entre as opções cirúrgicas, destacam –se se as osteotomias (redirecionamentos ósseos), artrodeses (fusões ósseas) e tenotomias (rebalanço da tensão dos tendões), podendo estas ser realizadas por via tradicional (aberta) ou percutânea, através de pequenos furos de 2 milímetros, sem realização de maiores incisões na pele. 

     É interessante a realização de consulta com o ortopedista especialista em pé e tornozelo para a detecção da patologia e indicação precisa do tratamento mais indicado.

 

Entorse do Tornozelo

     O entorse do tornozelo é um dos traumas mais comuns nos membros inferiores. Dependendo da energia do trauma, podem haver lesões ligamentares, tendíneas, de cartilagem ou até mesmo fraturas.

     Na ocorrência de um entorse agudo, principalmente quando há incapacidade ou muita dor para realizar apoio no membro acometido, é imprescindível a avaliação urgente por parte de um ortopedista, geralmente em pronto – socorro.

     Após a avaliação inicial, um especialista em pé e tornozelo deve ser consultado para a detecção de possíveis lesões ligamentares / tendíneas e seguimento do caso.

     A maioria das lesões ligamentares no tornozelo têm boa evolução. Se realizada corretamente a reabilitação, através de uma boa fisioterapia, a maioria dos pacientes consegue atingir níveis funcionais iguais ou muito próximos aos níveis pré lesionais.

     No caso da presença de dor ou recorrência da mesma, existe indicação de tratamento cirúrgico, geralmente no sentido da reconstrução ligamentar e reestabilização da articulação.

     É interessante a realização de consulta com o ortopedista especialista em pé e tornozelo para a detecção da patologia e indicação precisa do tratamento mais indicado.

Tendão de Aquiles
Fasceíte Plantar ( " Esporão")

    O tendão de aquiles é uma estrutura responsável pela realização da flexão plantar do tornozelo, pois liga a musculatura da panturrilha ao osso calcâneo.

     As lesões de tendão de aquiles podem ser divididas em: agudas e crônicas (de acordo com o tempo de aparecimento dos sintomas) e insercionais ou de corpo do tendão (de acordo com sua localização).

     As lesões agudas geralmente ocorrem durante movimentos repentinos (de arrancadas), seja durante a prática esportiva ou em atividades do dia a dia. Seu tratamento, principalmente em pacientes ativos, é predominantemente cirúrgico, pois esta alternativa reduz significativamente o tempo de recuperação e a taxa de nova ruptura.

     As lesões crônicas do corpo do tendão geralmente causam dor persistente durante o caminhar na parte posterior da perna e do tornozelo. O tratamento inicial consiste em reabilitação física (fisioterapia). Em casos em que a melhora dos sintomas não é suficiente, reserva – se o tratamento cirúrgico.

     As lesões crônicas da inserção do tendão de Aquiles caracterizam – se por dor e aumento do volume na parte posterior do pé, principalmente para caminhar e para a utilização de calçados que comprimem a região. A dor para caminhar, em alguns casos, pode ser significativamente minimizada através da fisioterapia. A dor da compressão da exostose (proeminência óssea anormal na região do osso calcâneo) eventualmente não regride tanto quanto a outra dor, podendo haver a necessidade de realização de tratamento cirúrgico.

     É interessante a realização de consulta com o ortopedista especialista em pé e tornozelo para a detecção da patologia e indicação precisa do tratamento mais indicado.

    A fasceíte plantar é caracterizada por uma dor na planta do pé, próxima ao calcanhar, geralmente em “agulhada”, principalmente após períodos em repouso. Tal dor tende a minimizar conforme o paciente permanece algum período em pé.

     A dor é causada por um processo inflamatório decorrente de retração em um tecido na planta do pé, abaixo da pele, chamado fáscia plantar. A retração crônica desta estrutura, após algum tempo, acaba por gerar o aparecimento de uma proeminência óssea na parte inferior do osso calcâneo, chamada de osteófito ou esporão.

     É importante ressaltar que a dor, ao contrário do que usualmente se pensa, não tem origem no esporão, e sim na fáscia plantar. A grande maioria dos casos de fasceíte plantar tem um ótimo resultado com fisioterapia e, em alguns casos, infiltração. A necessidade de realização de procedimentos cirúrgicos é rara, sendo reservada para casos extremamente refratários.

     É interessante a realização de consulta com o ortopedista especialista em pé e tornozelo para a detecção da patologia e indicação precisa do tratamento mais indicado.

Pé Plano (pé chato) e o pé cavo Adulto e infantil

   O pé plano (pé chato) e o pé cavo, são deformidades que podem ser encontradas em crianças ou adultos. A simples existência de tais deformidade, por si só, não necessariamente necessitam de tratamento específico ou utilização de calçados especiais, ou seja,  o tratamento do pé plano ou cavo é indicado apenas quando existem sintomas como dor ou dificuldade para caminhar.

     Em crianças a visualização do pé plano, principalmente pelos pais, é muito comum. Dependendo da idade, é uma alteração não patológica, ou seja, é própria do desenvolvimento. A presença de dor ou dificuldade para andar, no entanto, pode ser indicativa de um patologia. Nesta faixa etária, pode existir uma alteração conhecida como barra óssea, que é a presença de uma união anômala entre dois ossos do pé.

     Em adultos, a presença do pé plano ou pé cavo, principalmente adquirido (não congênito), geralmente decorre da insuficiência de tendões do tornozelo, traumas prévios ou alterações neurológicas. 

     Em casos mais leves, a realização de fisioterapia e adequação de calçados ou usos de órteses (palmilhas) podem reduzir significativamente os sintomas. Para os casos em que há falha de tal tratamento, cirurgias são necessárias para a melhora do quadro clínico.

     É interessante a realização de consulta com o ortopedista especialista em pé e tornozelo para a detecção da patologia e indicação precisa do tratamento mais indicado.

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